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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Marmelada

Na confecção deste doce de marmelo, composto (quando verdadeiro) exclusivamente pelo fruto e açúcar, "somos" confrontados com a dificuldade quase sempre presente em "secar" a produto final.
Se este não ficar completamente seco, não se conservará muito bem, formando uma camada de bolor.
O verdadeiro problema aqui não é o bolor que se forma, mas a forma errada como se evita a formação do mesmo.
Na verdade, este é um problema que ocorre mais nas casas particulares, onde após a confecção do produto, se coloca o mesmo nas varandas a secar ao sol. Seca sob a acção directa do sol, sem sequer se tapar a embalagem, deixando o produto vulnerável a qualquer agente de contaminação.
Esta contaminação acontece muito através da poeira (leia-se terra) proveniente dos vasos de flores e plantas, tão comuns nas nossa varandas.

Este "post" é por isto um pequeno alerta.

Quase sempre quem produz marmelada ou outras compotas, não tem a secagem como um ponto crítico, mas deve passar a tê-lo.

De nada eficaz é criticar negativamente, sem apresentar uma alternativa.

Bom, a mais lógica é modificar o processo de produção, reduzindo um pouco a quantidade do açúcar (que transmite a humidade), ou então deixando o açúcar num "ponto" diferente.

A outra opção é manter a marmelada no frigorífico (conserva-se muito bem, durante muito tempo), embora só seja alternativa para quem produz quantidades realmente pequenas ou quem tem frigoríficos desmesurados.

Assim, em fase de resumo,
Tenham atenção às contaminações cruzadas. Estão presentes em muitos dos nossos processos caseiros, patenteados pelas nossas avós, por exemplo.

Se tiver de secar à janela ou varanda, faça-o dentro num local protegido, ... se isso for possivel.

Mudar de atitude está ao nosso alcance. Seja uma avó visionária. Amanhã será lembrada assim... seguramente.
Cump. LRA

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